Blog do Marcelo Maia

Uma hora os bons terão que agir.

Quando os maus tomam conta do poder, é porque os bons ficaram calados por tempo demais. O mundo vive um momento de perversão e degradação. É um momento histórico, que acredito ser cíclico. Já vimos isso acontecer no passado. Na história bíblica de Noé, a perversão e depravação foram os motivos geradores do dilúvio. Depois foi Sodoma e Gomorra. Assim a história se desenrola em cima do desenvolvimento humano, sua degradação e consequente destruição. Podemos perceber um movimento de ascensão e queda de culturas, civilizações e, principalmente, do poder. A perversão e a depravação geram corrupção, tirania e destruição moral que geram reações contrárias. Funciona como um pêndulo. O problema é que quanto mais longe vai em um sentido, mais longe irá no sentido oposto. Hoje, vemos um Brasil mergulhado em um pântano de corrupção, degradação moral, perversão de valores e depravação de comportamentos sociais. Vemos também, uma sociedade de base cristã sendo corroída por uma gigantesca campanha midiática de destruição das suas bases fundamentais, como religião, família e propriedade. Há uma tirania sendo implementada a olhos vistos. Um conluio entre oligarquias políticas carcomidas por uma velha política de toma lá, dá cá, causando a completa ruína da pouca democracia que conquistamos. A população está assistindo pacificamente o país sendo completamente arrasado, como espectadores de um show de horrores, que os fazem sentir calafrios, mas não se levantam da plateia pois acreditam que isso irá mudar por si só, ou virá um herói salvador em socorro do país. Não virá! Se quer um resultado diferente, tem que agir de forma diferente. Não haverá salvador. A própria Nação, seu povo, deve tomar as medidas necessárias para reconquistar o poder.

Marcelo Rodrigues Maia Pinto - 24/05/2025

Árvores Grandes tem raízes profundas!

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the interior of a large building with wooden pews

Fugindo da tirania e da miséria, juntaram o pouco que restara e partiram. Foram em busca de um recomeço, de uma chance de sobrevivência, ou, quem sabe, de um futuro, uma vida melhor. Longe da terra natal, longe dos parentes e amigos. Fundaram cidades, promoveram sua cultura e prosperaram nas terras longínquas. Quem foram esses desbravadores? Os seres humanos. É assim que se formou o mundo que conhecemos. Entre a barbárie e a sofisticação, entre ódio e amor, entre guerras e paz, entre escravidão e liberdade. Assim é o ser humano. Um animal selvagem que é capaz de construir civilizações e tecnologias fantásticas, mas tem o espírito da maldade e destruição. Não são todos, mas os poucos que existem são capazes de tudo para dominar e conquistar o poder. Quando alcançam, destroem tudo a sua volta, inclusive quem os apoiou. "Não existe honra entre bandidos." Já informava a sabedoria popular. A ilusão da riqueza e do poder dura somente uma geração, em seguida vem a violência e a miséria. Assim gira a roda da existência humana. Por mais que não gostemos das guerras, são elas que trazem à tona toda a miséria humana, desde os instintos mais primitivos necessários à sobrevivência, até o uso do que existe de mais sofisticado para a conquista da paz. Aquela paz da exaustão, de sentimentos destruídos, de terra arrasada. Onde derrotados enfretarão a humilhação da derrota e os vencedores formarão uma multidão de desvalidos que se unirão em torno de um único objetivo: a reconstrução. Assim se formará uma nova nação, que prosperará na paz até que as famílias percam sua importância e o egoísmo tome conta dos indivíduos. A ganância desmedida por poder e glória de egos descontrolados, aflorará o que existe de pior no ser humano. E como um câncer, vai produzindo degeneração das células formadoras do tecido social, a família. Segue-se a perversão e depravação dos indivíduos, tomados por tédio e loucura proporcionada pela vida fácil e tranquila dos tempos de paz e prosperidade. Quando todo o corpo da nação é tomado, não adianta tratamento, ou se morre da doença ou do tratamento. A roda vai girando, hora estaremos por cima e hora estaremos por baixo. Estamos retornando aos momentos de barbárie, o que vemos hoje não é diferente do que ocorreu a milhares de anos atrás. As proporções talvez sejam diferentes, mas a miséria humana é igual. Quando nos despimos de nossas vestes atuais, ficamos iguais nossos ancestrais, não é possível, nús, sermos mais sofisticados ou modernos do que já fomos. Podemos ver que a evolução humana não é homogênea e nem disseminada, mas individual. Um caminho de serviço, contemplação e desfrute daquilo que é justo, belo e bom em meio ao caos de todas as jornadas únicas. Ter sabedoria e consciência de que servir de forma honesta e desprendida é a única forma de atingir a plenitude da existência, fazer o bem e receber o bem. Tomar partido e unir-se às causas justas e boas, participar ativamente da sociedade. Marcelo Rodrigues Maia Pinto 17/12/2024.


Marcelo Maia

Rio Grande do Sul


Sou gaúcho de coração.
Dois Irmãos eu escolhi por paixão.
Encantadora cidade, agora o meu chão.
Onde combina desenvolvimento e tradição.
 Nasci em Brasília, ganhei o Brasil por profissão.
 Morei no Rio de Janeiro e até no Maranhão.
Me juntei com essa gaúcha que ganhou meu coração.
  Sou pessoa comum, gente de família igual você Cidadão.
Sou administrador de formação.
Também professor de matemática por opção.  Tenho 4 pós graduações.
Mais de 25 anos de experiência trabalhando em Gestão.
Gosto de acompanhar a política da nação.
Nesse momento vejo como missão,  participar, dando a minha contribuição, trazendo o município de volta ao seu Cidadão.
É o que eu quero, viver em Dois Irmãos, com orgulho de grandes realizações, para que Dois Irmãos viva para sempre em nossos corações.



Paz!


A doçura da paz. Nem sei onde li essa frase. Sentado aqui no degrau da varanda pegando um solzinho pra esquentar, fiquei tentando imaginar o gosto da paz. Comecei pelo doce. Uhm, doce de menos fica sem graça, doce demais é repugnante. Acho que não é doce. Azedo, quem sabe, só de imaginar já deu arrepio. Certamente não é azeda. Salgado? Será? Particularmente o meu sabor preferido, gosto dos salgados. De forma bem natural já fui logo imaginando aquela carne de churrasco com uma camada de gordura bem tostada e a carne mal passada. Eita, deu água na boca. Esse também não é o sabor da paz, gera desejo, ansiedade e tira totalmente do foco. Assim não é a paz. Daí fiquei algum tempo tentando imaginar o que seria um sabor que descreveria a paz. Água, inodora, insípida, incolor, mata a sede. Esse seria um bom candidato, mas absolutamente sem graça. Mas tem muito sentido, quando você está com sede, você bebe uma água fresca e tem a sensação de calma, relaxamento. Combina bem com a paz. Você precisa da água pra viver, da paz também, você pode tomar bastante água, se for em excesso, você elimina, a paz não, você ficará entediado com excesso de paz. Pensando bem, a paz tem gosto de chá, pode ser quente, gelado, morno, puro, com açúcar, com mel, com limão. É isso, a paz é individual, pode ser água pura, quando você está estressado e sedento por calma, você bebe paz e se sentirá melhor. Normalmente você não está no extremo, então você toma paz com sabor, sabor de mate, no chimarrão, sabores de frutas nos chás gelados, sabores de ervas no chá das cinco, e assim por diante. Então, que todos nós tenhamos chá, chá de paz no nosso dia a dia. Marcelo Rodrigues Maia Pinto 30/12/2024.



Catanoiak


O Catanoiak é uma embarcação experimental desenvolvida por Marcelo Rodrigues Maia Pinto, com um design inovador de casco em W. O objetivo do projeto é minimizar a geração de ondas laterais durante o deslocamento, fenômeno conhecido como "bigode". A ideia é que esse design melhore a eficiência e a estabilidade da embarcação. Um protótipo em escala reduzida foi criado em 2012, obtendo resultados promissores em seus testes.